13/07/2011

Confira a nossa ÚLTIMA CRÍTICA de Relíquias da Morte - Parte 2!




















Faltando apenas 1 dia para o fim, decidimos fazer, e com muito prazer, a nossa última crítica de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2.

CRÍTICA DE HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - PARTE 2
Por Daniel Castro do 7Horcruxes

"Com toda essa genialidade dos diretores e produtores, o filme mais emocionante, impactante e belo de Harry Potter veio a nós e, de uma maneira que nunca veio antes. Como não chorar vendo um filme assim? Como não se apertar na cadeira do cinema e gritar dentrod e sei mesmo: "SEGURA, VOCÊ CONSEGUE!"
Leia a crítica com Spoilers na Íntegra da Notícia!


CRÍTICA DE HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - PARTE 2
Por Daniel Castro do 7Horcruxes
Crítica com spoilers
Desde o começo da saga, era possível ter uma idéia do fim, pois tudo acaba um dia. E isso está acontecendo com a saga Potteriana. Em 2007, J. K. Rowling lançava o último livro. Agora, em 2011, David Yates lança o último filme de maneira explosiva, agressiva e emocionante.
Com o símbolo da Warner Bros. se enferrujando (mais do que no filme passado), a primeira noção do fim. "Aquele símbolo que começou dourado, ficou cinza, agora está acabado!".
O filme começa de maneira trágica, igual ao fim do último filme, quando Voldemort (Ralp Fiennes) tira a varinha de Dumbledore de sua mão preta (quando tentou destruir o anel de Tom Riddle). Então pulamos para o Chalé das Conchas, o lugar é um clima muito bom, a fotografia está melhor do que a do outro filme. A praia bate vagarosamente na areia, vemos o túmulo de Dobby, com um escrito que dizia "Here Lies Dobby, a Free Elf" que em português significa: "Aqui Jaz Dobby, um Elfo Livre".
Prosseguimos para Gringotes... Harry e Grampo na Capa de Invisibilidade, Hermione como Belatriz e Rony como um comensal da morte. Foi uma cena muito bem feita, principalmente os efeitos especiais. Como o Dragão machucado, eles voando no Dragão, os Duendes e os feitiços.
Daniel Radicliffe está agindo como nunca nesse filme, notando que o filme é DELE, e não dos outros. Só que quem ganha mais destaque no filme é Severo Snape, numa maravilhosa interpretação de tirar o fôlego de Alan Rickman. As lembranças de Snape é uma coisa de qualquer um soltar lágrimas, de felicidade e tristeza. Pois ver aquele personagem que amava Lílian, a mãe de Harry, protegia Harry e era fiel a Dumbledore, morrer, é muito triste. Ainda mais daquele jeito, onde ele tem seu pescoço cortado por Voldemort e depois Nagini se enrola nele e o esmaga, foi horrível de ver. Ainda mais ver ele prestes a morrer e ver que Harry foi vê-lo, a gente fica com calafrios fortes na cena, é chocante. Então ele segura Harry pelas golas e fala: "Potter, eu nunca pensei que eu ia morrer desse jeito, entende? Desculpe por tudo que eu falei que te magoou, era tudo a mando de Dumbledore. Eu jurei te proteger e o fiz até agora. Tome, veja isso na penseira, no escritório do Diretor. Potter... Eu agora posso ficar com ela, para sempre!" Foi a fala mais emocionante do filme e, por uns minutos, saíram lágrimas do meu olho. Como ele pode morrer, David Yates foi mas fundo do que no livro. Snape chora e nós choramos com ele. Num visual com água e tudo mais, o personagem morre na casa dos barcos, modelo novo que só podíamos ver nos jogos a partir do Ordem da Fênix. Não sabemos no filme o que foi feito do corpo de Snape depois disso...
Então a batalha de Hogwarts começa, do final da noite até o começo do outro dia! A batalha tem um grande foco em Harry e Voldemort, coisa que nao têm no livro e foi um aprimoramento muito bom para o filme. Só que David Yates não quis explorar o lado triste do filme, não queria que sentísimos algo pela morte de alunos, e até de personagens importantes. A morte de Belatriz é regular, pois não se tem sentimentos, é rápida. Depois de "Not my Daughter, you bitch" que na tradução correta quer dizer: "A minha filha não, sua p**a!", Belatriz só olha para a câmera, e então o "Avada Kedavra" a atinge e ela explode. Rápido e simples assim. Esse ponto foi mal pensado por David Yates.
E então o momento final entre Harry e Voldemort chega. Há um grande diálogo antes do último Priori Incantaten entre eles. Foi uma coisa encantadora do David, fazer um monte de Priori Incantatens e lutas de Harry e Voldemort. Foi uma coisa de tirar o fôlego também. Com toda essa genialidade dos diretores e produtores, o filme mais emocionante, impactante e belo de Harry Potter veio a nós e, de uma maneira que nunca veio antes. Como não chorar vendo um filme assim? Como não se apertar na cadeira do cinema e gritar dentrod e sei mesmo: "SEGURA, VOCÊ CONSEGUE!"
E quando Harry derrota Voldemort e o vê se desintegrar, o clima muda no cinema e no filme. No cinema porquê todos queria que Voldemort morresce, mas vê que o vilão morreu, vai dando a idéia do fim. E, quando menos se espera, já estamos em King Cross, na plataforma 9 3/4. A plataforma que não vemos desde o terceiro filme.
Harry, Rony e Hermione está velhos (não velhos idosos), ois só tinha se passado 19 anos.
Vemos várias crianças correndo, o trio dá adeus aos seus filhos e vão embora. Foi lindo, perfeito, mas acabou e nunca vai ter mais. Foi bom enquanto durou e assim foi, só que para nós, a saga vai estar mais viva do que nunca.

Amanhã, quero ver todos nos cinemas com a pipoca comprada, o refrigerante de 700ml, o CONFETI e um mentos na mão (até uma bala wonka!), sentados na sala do cinema (alguns com o óculos 3D), esperando pela batalha final que está por vir! Bom filme a todos. 

Nota: *****|10,0!

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